Febre Amarela – Sintomas, Transmissão, Vacina



  

Saiba como é transmitida a Febre Amarela, quais são seus sintomas, e a maneira de imunização.

A febre amarela é uma doença que vem assustando muito a população brasileira devido ao aumento de incidência da moléstia nas áreas urbanas.

Até o dia 05 de abril de 2017, foram notificados 2 mil casos suspeitos de febre amarela, ressalta-se que os últimos casos de febre amarela urbana ocorreram em 1942, no Acre.

Os mosquitos Haemagogus e Aedes aegypti transmitem o vírus no Brasil. Em caso de contágio, o vírus de manifesta alguns dias após a picada do mosquito transmissor.

Os principais sintomas são dor de cabeça, febre, icterícia, náuseas, vômito, dores no corpo e hemorragias internas. Se não tratada com rapidez, a moléstia pode levar à morte em poucos dias. Todavia, uma vez infectado e curado da doença, o paciente fica imune ao vírus da febre amarela.

Em relação à vacina, ela é a única medida que visa proteger as pessoas da transmissão da doença, sendo que o Ministério da Saúde divulgou que adotará a dose única da vacina contra febre amarela para áreas em que há risco de contágio. Uma vez tomada o imunizante, a pessoa estará imune para o resto da vida, não precisando tomar outra dose.





A vacina não precisa ser tomada por todos nesse momento, apenas para quem mora nas áreas de risco ou vai viajar para estes locais, que são: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, oeste da Bahia, e a região noroeste do Rio de Janeiro. A vacinação de rotina é aplicada em 19 estados do país.

A imunização pode ser dada a partir dos seis meses de idade. As pessoas com 60 anos ou mais que nunca tomaram a vacina devem fazer uma avaliação médica. Já no caso de gestantes ela é contraindicada, e se ela reside em uma área de risco, ou realizará uma viagem, deverá consultar um especialista. Lactantes também têm restrições e devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

Pessoas com problemas de imunodeficiência devem consultar o seu médico para que seja avaliada a necessidade de tomar ou não a vacina. Também deve se observar as pessoas que já tiveram reações alérgicas graves aos componentes da vacina, além de pessoas com histórico de doenças do timo.

Por Anneliese Gobbes Faria

Febre amarela



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