Icesp irá realizar um estudo para testar a eficácia da pílula no combate ao câncer.
O primeiro lote da fosfoetanolamina sintética foi produzido por um laboratório localizado em Cravinhos, no interior de São Paulo, e agora vão para análises clínicas. A denominada pílula do câncer teve a produção de 35 quilos e chegarão até a Fundação para o Remédio Popular (Furp) para a transformação em mais de 70 mil cápsulas.
Depois disso, o medicamento vai ser testado em pacientes que estão participando de um trabalho com coordenação do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). Desta fórmula ainda serão encaminhadas mais cinco remessas.
Ainda não se tem muitos detalhes sobre a produção, mas apenas um comentário do laboratório que um informe público será veiculado posteriormente.
Muitos já apontaram a fosfoetalonamina como uma possível “cura” do câncer. Porém, ainda faltam testes frente a humanos para se ter um parecer. Durante um período de seis meses serão feitos estudos clínicos sobre a sua eficácia. A substância já é liberada por meio de uma lei federal que Dilma Rousseff sancionou, mas esse trabalho é necessário para que a mesma possa ser considerada um medicamento. Algumas entidades médicas fazem cobranças para o Supremo Tribunal Federal (STF) para que essa liberação prévia seja apontada como inconstitucional.
Nessa lei sancionada pela nossa presidente, pessoas que apresentam tumor maligno possuem o direito de usar a substância. O paciente deverá comprovar através de um laudo médico que tem o diagnóstico. Depois, a pessoa assinará um termo de responsabilidade. A Furp apontou que não haverá, por enquanto, produção das cápsulas para a venda no mercado.
Esses estudos que serão feitos vão definir qual será a dose ministrada frente a dez pacientes com câncer. A análise também verificará os efeitos colaterais. Caso não haja problemas, 21 pessoas voluntárias vão começar a tomar a substância. Estarão fazendo parte dos testes pessoas com câncer na próstata, pulmão, estômago e fígado. O objetivo é a ampliação do número de pacientes para 1 mil.
O gasto prévio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação será de cinco milhões de reais para esse estudo clínico. A primeira vez que a fosfoetalonamina foi desenvolvida ocorreu em São Carlos, em São Paulo, no Instituto de Química da Universidade de São Paulo, a USP.





O perigo é o cidadão com câncer continuar o tratamento "convencional" dele, nisso incluídas a QUIMIOTERAPIA e a RADIOTERAPIA, e pretender tomar a fosfoetanolamina sintética. É que o Dr Gilberto afirma que é imprescindível para o sucesso do tratamento com a fosfoetanolamina sintética que o SISTEMA IMUNOLÓGICO e o FÍGADO do paciente estejam intactos e em funcionamento regular. Ocorre que a quimioterapia e a radioterapia destroem temporariamente ou inibem o sistema imunológico. Ou seja, quem vai tomar a fosfoetanolamina sintética não deve se submeter a quimioterapia nem a radioterapia nem a qualquer outro tratamento que iniba ou dificulte a ação do sistema imunológico. (Veja: http://youtu.be/C9eaDertY2I ou https://www.facebook.com/samuelsuntuosogalvaode.tavares/posts/212991542414795 a contar do tempo 3m10s) e http://youtu.be/0lcyyHiQlHk ou https://www.facebook.com/samuelsuntuosogalvaode.tavares/posts/215225415524741
(aqui a contar do temo 4m30s).
Vale lembrar que nas pesquisas em humanos haverá um grupo chamado de "controle" que vai receber só PLACEBO, e não a Fosfoetanolamina.
FIQUE ATENTO !