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Queda nas Vendas do Varejo em Abril 2010

17, junho, 2010

O âmbito econômico do Brasil vem ascendendo há vários meses depois de constatada a saída do país do colapso mundial no biênio 2008-2009, momento propício, atualmente, para a análise de especialistas da área a partir de dados atualizados mês a mês. O forte desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre sinalizou recuperação acima de nações desenvolvidas, mas abaixo de China e Índia.

As constatações englobam diversos pontos de análise, como é o caso do capital empregado dentro do país por parte de empresas estrangeiras, bem como a guinada do poder aquisitivo das classes mais baixas da sociedade e a ampliação da comercialização em diversos setores, por exemplo, habitação e automóveis. No entanto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta semana que as vendas no varejo do Brasil apresentaram forte tombo em abril em relação a março, diminuindo, portando, o ritmo de elevação em confronto ao período igual de 2009.

Por outro lado, assegura o IBGE em reportagem relacionada pela agência de notícias Reuters, esse foi o segundo melhor resultado para o mês de abril. Reinaldo Pereira, economista da entidade, pondera que esse estado é de acomodação, pois em maio alguns dos indicadores utilizados já obtiveram recuperação. Acredita, portanto, que esse fato não é uma tendência a ser seguida durante o ano, uma vez que o mercado interno do país continua consistente.

Fonte Reuters

Por Luiz Felipe T. Erdei

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FMI vigiará as 5 maiores economias do mundo de perto

10, junho, 2010

O Fundo Monetário Internacional (FMI) tem acompanhado como sombra o ritmo de crescimento da economia mundial. Recentemente, indicou ao Brasil bom ambiente, porém, relacionou que a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva deve tomar cuidado com possíveis bolhas econômicas e superaquecimento.

No transcorrer desta semana, o FMI assegurou que prestará muita atenção nas cinco maiores economias do planeta (China, Estados Unidos, Japão, Reino Unido e zona do euro) durante os próximos três anos. Publicará, constantemente, documentos sobre as implicações de crises ou instabilidades fora de seus territórios.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI, assevera que o órgão ostentará novos desafios do atual momento em diante, pois rege ferramentas primordiais para avaliar crises e enfraquecer qualquer desequilíbrio que venha a acontecer à harmonia global.

Resta saber, por agora, quais os efeitos para a zona do euro, em específico, serão ocasionados a partir de medidas tanto do órgão como dos próprios países integrantes desse bloco. Com certeza, o mercado financeiro mundial se acalmará mais veementemente quando os primeiros resultados positivos vierem à tona. Caso isso aconteça, créditos ao FMI.

Leia mais informações não listadas neste artigo no portal mercado do UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Serasa prevê menos crédito no 2º semestre

8, junho, 2010

O Brasil tem apresentado ao mundo e à população local ferramentas importantes no sentido econômico, desde os já quase inexistentes benefícios fiscais desde março, até o famigerado crescimento sustentável proposto por Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da nação, que engloba, para exemplificação, melhorias na renda per capita e maior número de empregos.

A Serasa Experian, entidade responsável por inúmeras previsões de âmbito econômico, reflete que no próximo semestre o ritmo de concessão de crédito aos brasileiros enfrentará processo de diminuição. Embora essa seja uma tendência praticamente certa, o órgão relata que o volume de concessões, por mês, continuará acima dos 100 pontos. O mês de abril refletiu o quinto baque seguido, com um percentual 1,3% menor em comparação ao estudo anterior.

Reportagem do portal de economia UOL relata que as causas para o ritmo de crescimento mais tímido são provenientes dos cortes orçamentários anunciados há poucos dias, pelo governo, a retirada dos incentivos fiscais e o ciclo de aperto monetário, principalmente se mencionada a atual crise europeia.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Crise na Europa pode diminuir Exportações do Brasil

2, junho, 2010

Líderes brasileiros não temem grandes abalos em virtude da crise europeia, mas admitem, em consonância, que as exportações do país ao continente poderão sofrer algum estremecimento. Sem relação alguma com essa verificação, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) indicou, recentemente, que o volume de exportações do país foi menor em comparação às importações, o que confere ao Brasil a primeira constatação nesse sentido desde 1999.

Dados divulgados pelo órgão assinalam que o Coeficiente de Exportações (segundo o portal de mercado do UOL, medidor do índice da demanda no país provido por produtos de outras nações) alcançou 20,7% nos primeiros três meses de 2010, enquanto a produção da indústria do Brasil ao exterior atingiu 19,3%.

A mesma reportagem assevera que essa foi a terceira queda seguida do Coeficiente de Exportações, atingindo, pois, o nível parecido aos patamares verificados em 2004. Na contramão, de acordo com a Fiesp, o Coeficiente de Importações teve sua terceira alta consecutiva, a maior cotação da série histórica.

Caso o fator europeu atinja o país nas exportações, os índices poderão ser ainda mais desfavoráveis. Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, avalia que o humilde desenvolvimento externo mais o câmbio valorizado e capitalização de crédito tributários concernentes às exportações justificam os resultados.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Brasil retira Medidas de Combate à Crise

1, junho, 2010

Para se sair bem sucedido ante a crise financeira global, o Brasil teve a seu alcance benefícios fiscais, entre eles – talvez o mais significativo – a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos segmentos da construção civil, linha branca e, em especial, o de veículos automotores.

Passado algum tempo desde a extinção do incentivo a alguns setores, fato acontecido em 31 de março, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmou nas últimas horas que a nação brasileira já retirou grande fatia das medidas adotadas para combater o colapso.

Para ele, conforme testemunhado no portal de economia UOL, o aumento da Selic, taxa básica de juros, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), ilustra uma política, nesse sentido, vigente em um novo ciclo, consequência do equilíbrio macroeconômico obtido após mais de dez anos.

Fonte: Uol

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Lula critica Atuação dos Países Desenvolvidos no Pós-Crise

1, junho, 2010

A crise financeira mundial permite uma série de análises por parte de especialistas do plano econômico, financeiro e, sobretudo, de líderes de governo. Nos meses em que o colapso atingiu o globo uma série de medidas foi adotada, isoladas ou não, o que permitiu a um país aqui, outro acolá, sair-se bem sucedido.

O Brasil, que tem em Luiz Inácio Lula da Silva, presidente, grande referência em sua recuperação, é um dos emergentes que mais é mencionado por autoridades internacionais devido aos bons números obtidos no âmbito econômico e, em particular, no setor de emprego/desemprego.

Lula, com a moral elevada, teceu comentários críticos na última sexta-feira, 28 de maio, contra a atuação de alguns países no período pós-crise. Segundo ele, que teve discurso espelhado pelo portal de economia UOL, algumas nações mais desenvolvidas mostraram incapacidade em assumir seus próprios erros, transferindo parte do que não conseguem a países mais fracos.

Mais uma vez, o presidente do Brasil mostra porque se arriscar não é mal algum, tanto que há algum tempo enfrentou os Estados Unidos, no caso do algodão, ao mesmo instante em que alguns temiam represálias por parte dos norte-americanos. O resultado final, porém, foi favorável aos brasileiros.

Fonte: Uol.

Por Luiz Felipe T. Erdei

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Exame Fórum 2010 – Evento sobre Política e Economia em São Paulo (SP)

25, maio, 2010

Acontece no dia 31 de maio de 2010, um evento extremamente peculiar levando em conta a época de campanha eleitoral para presidência da república que já se instaurou no Brasil. A revista Exame estará no hotel Unique em São Paulo com o projeto EXAME FÓRUM, apresentando aos que estiverem presentes no evento  propostas de economia e política.

Os palestrantes serão nada mais e nada menos que os candidatos; Dilma Rousseff , José Serra, Henrique Meirelles presidente do Banco Centra, o economista Nouriel Roubini entre outros. O evento ocorrerá no horário das 7 da manhã até as 18 horas da tarde Maiores informações no site www.exameforum.com.br.

Por Teresa Cecília Almeida

Fonte: www.exameforum.com.br 

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Crise na Grécia – Lula critica União Européia

20, maio, 2010

Com a moral elevada devido aos números positivos obtidos por seu país e suas próprias conquistas pessoais, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, criticou a União Europeia. Segundo ele, o bloco demorou três meses em tomar decisões de ajuda à Grécia – um tempo fora do comum, que poderia ter evitado, se resolvido antes..

Durante o seminário “Aliança pra a Nova Economia Global”, que envolveu políticos, empresários e diplomatas, o presidente brasileiro questionou a capacidade de decisão das 20 maiores economias mundial (G-20) e, também, a falta de domínio sobre o sistema de finanças internacional.

Como maneira de cutucar àqueles que discordam de suas opiniões, Lula assegurou que o bloco latino-americano apresenta boa saúde financeira. Estritamente ao Brasil, afirmou que o país será, em poucos anos, uma grande potência.

Para conferir discursos mais ríspidos de Lula, acesse o portal G1 de notícias, fonte deste artigo, aqui.

Por Luiz Felipe Erdei

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Governo pode Aumentar Juros para Manter Crescimento do Brasil

14, maio, 2010

Preocupado com rumores de que a economia brasileira poderá apresentar superaquecimento, embora confiante nas medidas adotadas  para o país, Guido Mantega, ministro da Fazenda, alega que o governo brasileiro pode reduzir gastos e elevar os juros, por exemplo, para manter o Brasil em seu crescimento equilibrado e sustentado.

O discurso de Mantega tem por base a nova iniciativa do governo de cortar aproximadamente R$ 10 bilhões nos gastos delineados ao setor público federal em 2010. O intento tem por base, segundo inúmeros veículos de comunicação do país, abrandar a pressão das despesas públicas sobre a tão temida inflação.

Em reportagem divulgada pelo portal de economia UOL, Mantega afirmou que o governo não permitirá um aumento de 7% ao ano, contrariando as expectativas de diversas instituições e setores do país, como, por exemplo, o Itaú, que estima percentual do Produto Interno Bruto (PIB) em 7,5%.

Somente nos três primeiros meses de 2010 o crescimento foi entre 2% a 3% superior ao período igual do ano passado, o que, segundo a autoridade, poderá conferir de 8% a 10% em taxa anualizada, caso o desenvolvimento se mantiver. Porém, crê que no segundo semestre uma baixa será sentida, portanto, incapaz de alcançar esse último índice.

Leia mais no UOL.

Por: Luiz Felipe Erdei

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Governo quer criar Financiamento a Longo Prazo com Iniciativa Privada

13, maio, 2010

Quase um apelo indireto, Nelson Barbosa, secretário de política do Ministério da Fazenda, afirmou na tarde de 12 de maio, quarta-feira, que o governo brasileiro discute, atualmente, maneiras de criar fontes de origem privada de financiamentos de prazo extenso para que essa prática não fique restrita somente ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Durante reportagem divulgada pelo portal de economia do Estadão, Barbosa avaliou que a entidade teve função respeitável durante a crise econômica global e em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no entanto, a partir de agora, o mesmo governo aguarda que fontes privadas possam colaborar com mais veemência.

Provavelmente, o secretário espera que o BNDES não se encarregue sozinho de financiar as obras para a Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Sua concepção é óbvia, mas as financiadoras de origem privada precisam se manifestar. Algumas medidas, já adotadas, podem ser conferidas na reportagem-base deste artigo, no Estadão.

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