O Brasil, um dos primeiros países a deixar a crise financeira global para trás, agora só tem olhos voltados ao futuro, sobretudo em pautas de primordial importância ao crescimento sustentável, tais como geração de empregos, melhor remuneração aos trabalhadores e adequações na infraestrutura interna.
Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, talvez um dos políticos mais otimistas dentro do governo vigente, acredita que o país verá a criação de 2,5 milhões de novas vagas em diversas áreas até o final do ano. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, tem seguido comportamento parecido, porém, acredita que o número de oportunidades será mais baixo, algo em torno de 2 milhões.
O portal de notícias G1 relata que o presidente do país avaliou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nos últimos dias. Após feito, Lula interligou pontos-chave acerca do tema, tais como salários melhores, maior poder de compra e produção industrial mais acentuada para relacionar a nação como potencialmente promissora.
Para ele, o Brasil conseguirá a qualidade de ser uma das nações com menor índice de desemprego em todo o mundo. No entanto, empresários indicam exatamente o contrário, na atualidade: a falta de mão de obra qualificada continuará a pressionar negativamente o percentual de desempregados.
Leia mais sobre as opiniões de Lula em relação ao desemprego, além da temática de combate ao Crack, no G1.
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