A taxa de desemprego, avaliada pelo IBGE, chegou a 7,2% no primeiro mês de 2010, mostrando um aumento de 0,4% em relação à dezembro de 2009. No Rio de Janeiro, a taxa ficou em 5,4%, e em São Paulo, em 8%. Apesar deste pequeno crescimento, essa taxa é a menor registrada no país desde o início da pesquisa, em 2003, pelo IBGE. No mesmo período de 2009, a taxa era de 8,2%.
Além disso, houve também um aumento no número de trabalhadores desempregados em relação à dezembro, que chegou a ser 6% maior em janeiro. Porém, em comparação ao mesmo período de 2009, este número apresentou uma queda de cerca de 10,7%. Já em relação ao número de ocupados, houve uma diminuição em relação a dezembro, chegando a ser 1% menos. Mas, comparado a janeiro de 2009, este número cresceu 2,1%
bruno Outros Brasil, Desemprego
Informações promulgadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados revelou que na área metropolitana de São Paulo o índice de desemprego foi de 11,9% em dezembro do ano passado. Essa taxa apurada constata-se positiva, pois no mês anterior o percentual foi de 12,8%.
Por outro lado, o desemprego teve elevação de 0,4% no ano passado em comparação a 2008, configurando, deste modo, um percentual de 13,8%. De acordo com a Agência Estado, o contingente sem ocupação, no Brasil, foi de 1,45 milhão de cidadãos. Em 2008, o número registrado foi de 1,40 milhão.
O rendimento médio real dos trabalhadores, assalariados ou não, na região metropolitana de São Paulo, teve uma queda de 1,8% no mês de novembro em detrimento a outubro, para R$ 1.258, segundo a AE. O segmento de serviços foi um dos que mantiveram o nível ocupacional, enquanto que o comércio apresentou uma ascensão de 4,4% – com base na criação de mais de 60 mil novos postos de trabalho.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empregos Desemprego, São Paulo
A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) assinalaram dados positivos sobre o mercado de trabalho. Segundo a pesquisa obtida por esses dois meios, entre 2003 e 2009 o país criou mais de 11,7 milhões de novos postos de trabalho, uma alta de quase 37% entre o primeiro e o último ano acima citados.
Em 2009, por exemplo, pouco mais de 955 mil vagas formais, isto é, com carteira de trabalho assinada, foram preenchidas. Para Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, as políticas públicas de combate à crise econômica global surtiram efeito, tanto que o Brasil é a nação dentre as participantes do grupo dos 20 países economicamente mais fortes do mundo (G-20) em que mais a geração de empregos obteve destaque.
Somente para este mês (janeiro), Lupi acredita que 100 mil vagas serão criadas e que, até o final do ano, esse número faça parte de uma estimativa de 2 milhões de novos postos de trabalho.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empregos Brasil, Desemprego, Empregos
O Brasil não é o único país do mundo a dar indícios de que a recuperação econômica já acontece. Recentemente, o Reino Unido constatou uma baixa, no último mês do ano passado, de 15,2 mil pessoas que deixaram de recorrer ao auxílio-desemprego. Com base nesse preceito, é figurado o maior baque já sentido desde abril de 2007, permitindo, inclusive, que a taxa de desemprego atingisse 5% em dezembro de 2009.
A queda dos pedidos de auxílio-desemprego superou as expectativas dos economistas do Reino Unido, que previam um tombo de 4,6 mil. Portanto, aponta a Agência Estado, isto mostra que o mercado de trabalho britânico passou a atingir a estabilidade, o que coloca o nome de Gordon Brown, primeiro-ministro, em evidência.
Hasteando a bandeira do emprego como um forte compromisso entre o governo e o povo, o Partido Trabalhista tem diminuído a diferença eleitoral com a oposição conservadora, ou seja, de que o PT (de lá) possui condições suficientes para melhorar a economia britânica.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empregos Desemprego, Empregos, Recuperação Econômica, Reino Unido
Entre novembro e dezembro de 2009, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, estimou que o Brasil fosse criar de 1 milhão a 1,5 milhão de vagas formais até o último mês do ano, isto é, aqueles empregos com carteira de trabalho assinada.
No entanto, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) assinalou o fechamento de mais de 415 mil vagas no término de 2009, o que superou, segundo a Agência Estado, as estimativas mais otimistas de Lupi. Ao final, constatou-se a geração de 995.110 novos postos de trabalho durante o ano passado.
De acordo com a AE, isto ocorre normalmente porque há a dispensa de trabalhadores sob regime de contrato temporário. Mesmo assim, apesar de esse saldo ser considerado pelos especialistas negativo, é melhor do que o registrado em dezembro de 2008, pois na ocasião, quase 655 mil vagas de emprego formal foram liquidadas.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Empregos Caged, Carlos Lupi, Desemprego