No Brasil, micro e pequenas empresas surgem muitas vezes sem planejamento. É em um momento de crise de mudança de emprego que se vislumbra em determinado negócio a possibilidade de se manter com uma fonte de renda. No entanto, mais das vezes esses profissionais caem naturalmente na informalidade.
Há cerca de 11 milhões de empresários no mercado informal no Brasil. Preocupado com esse quadro, o governo federal criou o Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br), um projeto que visa à formalização das empresas, em troca de vantagens que recaem sobre impostos e outras avenças. O programa também está aberto para os chamados “empreendedores individuais” (autônomos que desejem exercer estas vantagens da classe).
Karina Gonçalves
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Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ilustra que as empresas espalhadas do país pretendem inovar, mas que alguns obstáculos acabam barrando o intento. O custo, considerado de alto risco para os investimentos, é decorrente do desequilíbrio entre câmbio, carga tributária e juros, de acordo com o Portal de Economia do Estadão.
Entre dezembro do ano passado e janeiro de 2010, a Fiesp pesquisou mais de 330 companhias, que apontaram os diversos entraves no caminho. A carga tributária, para o Estadão, é a que mais representa fatores contrários à vontade de crescimento, pois incidem, por exemplo, em gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D).
Segundo José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da entidade, as pequenas e médias empresas são as que mais sofrem para investir em algo novo, pois a demanda, até o produto se fixar, ou não, é incerta. Para ele, apenas um grupo restrito ainda é capaz de aumentar o nicho de mercadorias e se sobressair às demais companhias.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Finalmente, a novela das negociatas entre a maior confeitaria do Reino Unido e a Kraft Foods foi finalizada. Por aproximadamente US$ 19,5 bilhões de dólares, a Cadbury aceitou a oferta da norte-americana por um acordo de 840 pence por cada ação, além de um dividendo de 10 pence.
O negócio, então, teve aumento significativo em termos monetários. Segundo a Kraft, a oferta permite que os detentores de títulos da Cadbury tenham uma oportunidade atraente, pois podem receber cerca de 60% a mais de sua remuneração em dinheiro e potencial de criação de valor em longo prazo.
Mesmo assim, outras empresas ainda podem ofertar em meio a essa transação, pois o prazo estipulado por autoridades do Reino Unido para que qualquer outra seja apresentada é 26 de janeiro, terça-feira. Recentemente, em 18 de janeiro, a Hershey deu indícios de que entraria na briga, mas que se afastaria caso qualquer acordo entre a Cadbury e a Kraft fosse cerrado.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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De acordo com informações veiculadas pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o nível empregatício da indústria paulista ascendeu 0,31% em dezembro do ano passado em relação ao seu mês antecessor.
A Agência Estado revela que o emprego apresentou baque de 3%, ou seja, 67 mil postos de trabalho encerrados.
Um comparativo ilustrado na matéria revelou que, em comparação com dezembro de 2008, o nível de emprego teve retração de 4,32%, em miúdos, quase 100 mil demissões constatadas.
A Federação das Indústrias divulgou que dos 22 segmentos analisados na pesquisa, 16 deles demitiram funcionários em dezembro de 2009, dois mantiveram seus empregados e apenas quatro adquiriram novos trabalhadores.
Máquinas, materiais elétricos e aparelhos foi o setor que mais contratou no último mês do ano passado, com pouco mais de 4,2 mil postos de trabalho.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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A novela da venda da Cadbury permanece sem um final certo. Informações veiculadas pela Agência Estado, que parafrasearam o jornal Sunday Times, apontam que a indústria norte-americana de alimentos Kraft Foods começou a organizar uma nova oferta para adquirir a companhia.
De acordo com os dois veículos, a Kraft almeja elevar consideravelmente a oferta feita em 2009 em favor da britânica Cadbury dentro dos próximos 15 dias. Com isso, outras empresas de grande porte passaram a se agitar.
A Hershey aguarda uma posição da Kraft para lançar sua oferta. O mesmo critério foi adotado pela Nestlé e pela Ferrero Group, que planejam, por fim, adquirir a Cadbury e aumentar ainda mais a vasta participação que já possuem no mercado.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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