O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) avalia que a exploração de gás e petróleo liderarão os investimentos da indústria nos próximos quatro anos, coincidindo, inclusive, com a Copa do Mundo a ser realizada no país. A constatação se deve às expectativas geradas em torno das reservas do pré-sal.
Caso isso venha a ocorrer, realmente, o BNDES acredita, também, que a soma de investimentos chegará em aproximadamente R$ 487 bilhões, um valor 42% acima do volume de recursos executados entre 2005 e 2008.
Outro segmento de substancial importância, de acordo com informações apregoadas pelo Portal de Economia do Estadão, é o petroquímico, onde se espera investimentos superiores em quase 300% ao constatado entre 2005 e 2008, quando fora alcançado US$ 5 bilhões. Apesar de todo o otimismo nessas áreas, o setor de mineração é aquele que deve apresentar queda.
Para conferir percentuais e valores, acesse aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ilustra que as empresas espalhadas do país pretendem inovar, mas que alguns obstáculos acabam barrando o intento. O custo, considerado de alto risco para os investimentos, é decorrente do desequilíbrio entre câmbio, carga tributária e juros, de acordo com o Portal de Economia do Estadão.
Entre dezembro do ano passado e janeiro de 2010, a Fiesp pesquisou mais de 330 companhias, que apontaram os diversos entraves no caminho. A carga tributária, para o Estadão, é a que mais representa fatores contrários à vontade de crescimento, pois incidem, por exemplo, em gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D).
Segundo José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da entidade, as pequenas e médias empresas são as que mais sofrem para investir em algo novo, pois a demanda, até o produto se fixar, ou não, é incerta. Para ele, apenas um grupo restrito ainda é capaz de aumentar o nicho de mercadorias e se sobressair às demais companhias.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Um estudo feito pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) revela que o setor químico pretende investir aproximadamente US$ 26 bilhões, no país, até 2014, em produtos para uso industrial na própria nação brasileira.
De acordo com a pesquisa, que cerceou 800 empresas, US$ 10,9 bilhões serão destinados a projetos em andamento ou já aprovados, enquanto que US$ 11,9 bilhões denotam projetos em estudo. Por outro lado, US$ 3,3 bilhões, conforme apregoa a Agência Estado, são focados a melhorias de processo, manutenção, segurança e meio ambiente.
Com todos esses investimentos, o segmento também configura um dos que pretende ampliar os postos de trabalho. De acordo com a Abiquim, até 2020 mais de US$ 130 bilhões poderão ser alcançados através de investimentos programados, desde que adotadas as medidas sugeridas no Pacto Nacional da Indústria Química.
Confira detalhes aqui.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Além da crise financeira internacional, a imprensa brasileira tem dado ampla cobertura à Copa do Mundo de 2014, em nosso país, e às Olimpíadas de 2016, a ocorrer somente no Rio de Janeiro. O setor da construção civil, por sua vez, tem muito a comemorar.
Cifras bilionárias e projetos públicos ousados prometem movimentar o segmento, pois conforme acredita a Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro e o governo federal, aproximadamente R$ 60 bilhões serão destinados à Copa do Mundo e R$ 20 bilhões aos Jogos Olímpicos.
O Comitê Olímpico Internacional (COB) exige que, somente para aos Jogos de 2016, 43 mil acomodações sejam dispostas – o Rio possui pouco mais de 50% desse número. Como o prazo para finalizar as obras está próximo, diversas empresas podem degustar um pouco da fatia de serviços, bem como os trabalhadores, que terão muito trabalho pela frente.
Outro ponto importante é que os eventos esportivos poderão modernizar a tecnologia da construção civil, permitindo, inclusive, a manutenção dos postos de trabalho e a permanência dos equipamentos.
Por Luiz Felipe T. Erdei
bruno Imóveis Construção Civil, Copa do Mundo 2014, investimentos, Olimpíadas 2016