O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) informou nas primeiras horas de 16 de abril, sexta-feira, que a comercialização de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo ascendeu 83,7% em fevereiro deste ano ante o mês igual de 2009. Ao todo, quase 2,9 mil unidades foram vendidas no período assinalado.
A agência de notícias Reuters indicou, também, que fevereiro deste ano apresentou elevação em comparação a janeiro em 89,5 pontos percentuais. No acumulado do primeiro bimestre, o total de imóveis residenciais vendidos foi de, aproximadamente, 4,4 mil unidades.
Os imóveis com a configuração de dois dormitórios foram os que mais obtiveram saída, com índice de 46,4%. O sindicato mencionado indicou que do total de unidades vendidas, 77% delas estavam em fase de lançamento.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
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A empresa de administração imobiliária Lello divulgou que em São Paulo, houve um aumento de 50% no valor dos imóveis usados no primeiro bimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, num preço médio de R$300 mil, em comparação a uma média de R$200 mil para 2009.
Mas, em contrapartida, houve também um aumento no número de procuras por estes imóveis, o que aumentou as vendas em 26% no mesmo período, se comparado também com janeiro e fevereiro do ano anterior.
Este resultado está relacionado com um aumento na oferta de crédito, bem como à melhores condições de financiamento. Já em relação aos imóveis novos, São Paulo também registrou um aumento de 35,5% nas vendas em janeiro deste ano, em comparação ao ano de 2009.
Por Márcia V. L. Galvão
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Adquirir casa própria passou a ser realidade de inúmeros brasileiros nos últimos anos. Um levantamento recente feito pelo Sindicato de Habitação do Mercado Imobiliário da Cidade de São Paulo (Secovi-SP) anotou que o lançamento de imóveis de um e dois quartos teve ascensão de aproximadamente 50% do mercado no município de São Paulo, no ano passado.
Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, revela que um dos principais responsáveis por essa expansão é o programa “Minha Casa, Minha Vida”, que visa beneficiar milhares de cidadãos com condições mais acessíveis a imóveis em configurações voltadas a diversas classes sociais.
Segundo informações do sindicato, divulgadas, então, pelo Portal de Notícias G1, o crescimento da oferta de crédito imobiliário no Brasil cresceu 40% no ano passado, visto que os consumidores passaram a financiar parcelas cada vez maiores do imóvel. Em 2004, por exemplo, os compradores financiavam, em média, 47% do valor total da residência; em 2009, esse percentual ascendeu para 61%.
Mesmo assim, com tantas facilidades, o cidadão precisa abdicar de inúmeros prazeres materiais para adquirir um imóvel, pois aqueles com salários baixos pouco conseguem.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
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